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Muito barulho pode potenciar aparecimento de doenças cardíacas

Estudo feito por investigadores da Universidade Johannes Gutenberg, na Alemanha, relaciona o aumento gradual de várias doenças com a exposição a muito barulho

Imagem: Shutterstock

Fonte: (original): https://ionline.sapo.pt/artigo/599721/muito-barulho-pode-potenciar-aparecimento-de-doencas-cardiacas 

JORNAL I  – 07/02/2018 15:31

Um estudo publicado no ‘Journal of the American College of Cardiology’ revelou que estar exposto a elevados níveis de barulho pode potenciar o aparecimento de doenças cardíacas.

Segundo os investigadores, os níveis altos de decibéis provenientes do trânsito ou aviões estão associados a alta tensão, doença arterial coronária, risco de enfarte e insuficiência cardíaca.

O barulho em demasia interrompe o bom funcionamento do corpo, provocando stress e deixando o sistema nervoso em alerta. Estas alterações aumentam os picos de produção das hormonas que causam o stress, podendo resultar em danos vasculares.

O mesmo estudo referiu ainda que o barulho pode também potenciar a diabetes e doenças como a depressão e ansiedade. Os investigadores alertaram ainda que o barulho pode influenciar negativamente o desenvolvimento cognitivo das crianças.

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Barulho é o campeão de queixas à Central 190 da Polícia Militar

Fonte (original) : https://odia.ig.com.br/_conteudo/2018/02/rio-de-janeiro/5510976-barulho-e-o-campeao-de-queixas-a-central-190-da-policia-militar.html#foto=1

Para ampliar policiamento, Guarda Municipal começa a atuar nessas ocorrências a partir de março

Por Bruna Fantti

A Guarda Municipal já recebeu doação de 50 aparelhos de medição
A Guarda Municipal já recebeu doação de 50 aparelhos de medição – Ascom/Divulgação

Em 2017, 30.326 policiais deixaram de patrulhar as ruas para atender a reclamações de som alto. A chamada perturbação do trabalho ou sossego foi a principal demanda do 190, serviço de urgência da Polícia Militar no Estado do Rio, no ano passado, segundo levantamento obtido pelo DIA.

“Os chamados mais recorrentes são perturbação do sossego. O som alto é um fator cultural que impacta no trabalho, mas que em breve ficará a cargo da Guarda Municipal”, afirmou o tenente-coronel Carlos Henrique Gonçalves, chefe em exercício do Centro de Comunicações e Operações Policiais.

Devido à crise financeira, que acarreta déficit de policiais e viaturas, a corporação passou a não priorizar os chamados ao 190 quando se trata de som alto. “Um policial perde um tempo médio de 36 minutos nessa ocorrência. Ou seja, é a média de tempo que a população tem a menos de policiamento preventivo nas ruas, cada vez que uma viatura é deslocada. Assim, nós decidimos esperar por mais de uma reclamação, antes de enviar a viatura”, explicou o oficial.

Em uma estimativa, na Região Metropolitana, a polícia deslocou 82 policiais por dia, durante 24 horas, para atender a esses chamados.

Para a Central 190 migram mais de 20 mil ligações por dia. Aproximadamente, 32% são trotes, 30% são pedidos de informação e 37% geram de fato ocorrências. Em 2017, a Zona Oeste foi a área com maior número de chamados neste sentido. Os bairros com mais reclamações sobre barulho, seja entre vizinhos, ou queixas contra bares e casas noturnas, são Campo Grande, Realengo e Santa Cruz. Copacabana, na Zona Sul, aparece na quarta posição.

TREINAMENTO DA GM

Até março, a Guarda Municipal (GM) do Rio vai começar a fiscalização da poluição sonora. Essa foi uma medida anunciada em decreto de julho do ano passado, mas faltava treinamento e equipamentos.

Em nota, a GM garantiu que já “recebeu 50 decibelímetros (aparelho que mede ruídos) doados pela empresa Orla Rio e desenvolve todo o processo para a aplicação da penalidade e a ampla defesa do cidadão. Ao todo, 185 guardas municipais já passaram por curso de capacitação”.

Ainda de acordo com o decreto, chamado de Lei do Silêncio, são previstas multas no valor de R$ 500 para pessoas físicas e de R$ 5 mil para pessoas jurídicas, como bares e restaurantes. Os valores podem ser dobrados caso haja reincidência.

As reclamações de perturbação do sossego também lideram as estatísticas de registros do serviço 1746, da Prefeitura do Rio, mostrando o quanto o problema é comum no cotidiano da cidade.

A Guarda Municipal acrescenta que, de acordo com a Polícia Militar, na Região Metropolitana do Rio, mais de 90% das denúncias de barulho estão concentradas no horário noturno, entre 21h e 4h.

A Lei 6.179, de autoria do então vereador Alexandre Arraes, foi proposta para regulamentar o assunto e implementada através de decreto do prefeito, em junho. No mês passado, houve reunião para tratar do combate à perturbação do sossego com a presença de representantes da prefeitura, Câmara de Vereadores, do Tribunal de Justiça, do Ministério Público Estadual, da Defensoria Pública, das polícias Civil e Militar, além de representantes da sociedade civil.

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Coma com este barulho

Coma com este barulho
Fonte (original) : http://blogs.oglobo.globo.com/luciana-froes/post/coma-com-este-barulho.html

POR LUCIANA FRÓES

Vokos, restaurante grego aberto no Leblon, ‘precisa de tratamento acústico com urgência’

Nas duas últimas sextas, a crítica publicada no Rio Show (Vokos e Casa Camolese) tratou de um assunto que causa um ruído indigesto: a falta de preocupação com acústica em alguns restaurantes do Rio. Por isso ouvimos um especialista no assunto, o arquiteto Osvaldo Emery, com mestrado em Conforto Ambiental. Segundo ele, o primeiro cuidado na adequação da acústica arquitetônica de um restaurante é determinar a “assinatura acústica”.

“Uma cantina italiana, um restaurante de alta gastronomia, um self-service ou um pequeno bistrô têm personalidades diferentes que se refletem não apenas em seu cardápio, mas também em sua ambientação incluindo a acústica”, diz.

Em relação aos ruídos ambientes, ele ressalta que nem sempre é aconselhável eliminá-los por completo.

“Muitas vezes eles se tornam necessários para garantir que possam encobrir as conversas de cada mesa e assim assegurar uma maior privacidade acústica aos frequentadores. No entanto, a utilização do ruído de fundo como recurso para mascarar as conversas alheias pode ser utilizado até o limite que não comprometa o que deveria ser uma experiência prazerosa para os frequentadores”, explica.

No entanto, Emery sugere que, para que o nível de ruídos seja adequado, é necessário determinar suas possíveis fontes e eliminá-las ou isolá-las quando excessivas.

“Essas fontes podem ser, por exemplo, o tráfego de veículos (problema comum em restaurante abertos), bombas e motores instalados no próprio restaurante ou em ambientes vizinhos, a cozinha (em especial se for aberta para o salão), o sistema de ar condicionado do salão etc.”

Eliminados esses ruídos externos, o que fazer para controlar o nível dos ruídos produzidos pelos clientes?

“Neste caso, a abordagem mais comum é o controle do tempo de reverberação do salão através da utilização de materiais difusores ou absorvente sonoros, em tipo e quantidade adequados a cada caso e dispostos de forma a não comprometer a ambientação do restaurante”, finaliza.

Sobre a crítica publicada no dia 2 de fevereiro, o dono da Casa Camolese Cello Macedo diz:

“Quanto a acústica, estou corrigindo esse problema que de fato existe. Contratei o melhor engenheiro acústico do Rio e o projeto já foi feito e será executado a partir da semana que vem. O problema se deve à grande área envidraçada da casa.

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Secretaria de Ordem Pública atua para minimizar a poluição sonora na capital

Fonte (original) : http://www.folhamax.com.br/cidades/secretaria-de-ordem-publica-atua-para-minimizar-a-poluicao-sonora-na-capital/152497

Da Redação

É vedado perturbar o sossego e o bem estar público com ruídos, vibrações, sons excessivos ou incômodos de qualquer natureza, produzidos por qualquer forma ou que contrariem os níveis máximos fixados na Lei n° 3819/1999. Cabe à Secretaria Municipal de Ordem Pública controlar e impedir a poluição sonora do meio ambiente.

Estão autorizados somente aparelhos de som portáteis, que emitam som ambiente, cujo ruído não ultrapasse os limites estabelecidos na legislação. Registros do setor de Poluição Sonora da secretaria apontam que o barulho em residências é o que mais incomoda a população de Cuiabá, dos quais o limite máximo permitido para o dia (das 7h às 19h) é de 55dB(A), vespertino (das 19h às 22h) 50dB(A), noturno (das 22h às 7h) 45dB(A).

Enquanto o limite de decibéis permitido em Zona Mista (comercial), corresponde a 65dB (A) diurno, 60dB (A) período vespertino e 55dB (A) período noturno. Já na área industrial as variações ficam entre 70 dB(A) para o período diurno e no máximo 60dB(A) para o restante dos períodos (vespertino e noturno).

O segundo lugar no número de registros se refere a sons de veículos (automotivos), em seguida estão som de publicidades, festas ou eventos, bares e restaurantes, e outros.

O secretário municipal de Ordem Pública, Leovaldo Sales, explica como deve ser solicitada a prévia autorização do município para a utilização de serviços de alto-falante, festas e outras fontes de emissão sonora.

“O munícipe deve procurar a Secretaria do Meio Ambiente e solicitar uma licença especial para o uso do som, seja para uso doméstico ou festas eventuais. A Licença contém prazo de validade e informações técnicas realizadas pelos fiscais que só autorizam e emitem a licença após visita in loco e apuração do cumprimento das normas definidas na lei”, explicou Sales.

De acordo com o secretário a prefeitura atualmente conta com uma equipe por dia, composta por três agentes de fiscalização, de quinta à domingo, fazendo o atendimento das denúncias realizadas por meio do disque silêncio.

Fiscalização

Na primeira vez em que o local é denunciado, o responsável pelo estabelecimento é comunicado sobre o incômodo que vem causando e orientado a solucionar os problemas. Se o problema persistir, a equipe de fiscalização é acionada para que o local seja multado, interditado ou lacrado.

A equipe de fiscalização da Prefeitura de Cuiabá realiza autuações in loco, combatendo infrações relativas à poluição sonora e apreendendo equipamentos não regulados.

Penalidades

O gerente de Fiscalização Ambiental e Poluição Sonora, Rafael Mestre explica como são aplicadas as penalidades ao infrator: advertência por escrito, multas, suspensão das atividades até correção da irregularidade e cassação de alvará ou licenças concedidas.

As multas aplicadas vão de R$ 605,84 até R$ 1.817,52 de acordo com as variações da quantidade de decibéis, acima do limite permitido.

Como denunciar

A equipe volante do disque silêncio funciona de quinta à domingo, das 22h às 03 h. Os telefones para as reclamações são 99341-3000 ou 99322-5050.

Para mais informações e dúvidas o telefone é o 3616-9631, de segunda à sexta, das 08h às 18h

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Barulho de fábricas deixa pássaros com sintomas de transtorno do estresse, diz estudo

Animais estudados também apresentaram problemas com reprodução e ninhada com corpo menor e menos penas. Hormônios relacionados ao estresse também estavam alterados, demonstra pesquisa.

Por G1 08/01/2018 18h00

A Sialia Mexicana (Azulejo de Garganta Azul) foi um dos pássaros analisados no estudo (Foto: Dave Keeling)

Fonte (original): https://g1.globo.com/natureza/noticia/barulho-de-fabricas-deixa-passaros-com-sintomas-de-transtorno-do-estresse-diz-estudo.ghtml

O ruído de fábricas de petróleo e gás dificulta a reprodução de pássaros, que também passam a apresentar sintomas semelhantes a seres humanos que sofrem de transtorno de estresse pós-traumático, mostra pesquisa publicada no “PNAS (Proceedings of the National Academy of Sciences)” nesta segunda-feira (8).

Cientistas observaram que pássaros expostos ao barulho possuíam alterações nos níveis de cortisol (hormônio relacionado ao estresse). Essas alterações, sugerem os cientistas, provavelmente estão relacionadas ao aumento da ansiedade e da vigilância provocada pelo ruído.

Ainda, havia mais dificuldade de reprodução e, em alguns casos, a ninhada nascia atrofiada. Pesquisadores também idenficaram que alguns passáros possuíam corpo menor e menos penas em relação à média de animais que não vivem em regiões próximas a excesso de ruído.

“Eles não conseguem obter informações do ambiente e, por isso, estão sempre estressados ​​porque não conseguem descobrir o que está acontecendo”, diz Rob Guralnick, um dos autores do estudo e pesquisador do Museu de Historia Natural da Florida, em nota.

“Assim como o estresse constante tende a degradar muitos aspectos da saúde de uma pessoa, ele tem um efeito cascata completo na saúde fisiológica [dos pássaros]”, completa.

Como foi o estudo

Para medir o efeito do barulho, pesquisadores acompanharam três espécies de aves que se reproduzem perto de operações de petróleo e gás no Departamento de Gestão de Terras no Novo México, nos Estados Unidos.

Cientistas deixaram 240 ninhos em 12 regiões diferentes. Além da observação, eles colheram amostras de sangue dos pássaros em três momentos diferentes. Curiosamente, as aves apresentavam níveis menores de cortisol, o hormônio do estresse, indica o estudo.

Segundo os pesquisadores, embora isso leve a acreditar que os animais estariam menos estressados, o resultado indica justamente o oposto — que os animais estão tão estressados que passaram a diminuir a produção do hormônio como um mecanismo de defesa.

Ainda, segundo o estudo, esse resultado crônico de níveis baixos de hormônio do estresse também foi observado nas ninhadas dos pássaros que viviam na região.

Adaptação ao estresse constante

Christopher Lowry, fisiologista do estresse e coautor do estudo explica, em nota, que o resultado da pesquisa é consistente com outras pesquisas em humanos e roedores.

A ciência vem descobrindo que, naqueles seres com estresse crônico constante, o hormônio do estresse (cortisol) acaba ficando extremamente baixo.

Segundo o pesquisador, quando há uma demanda constante por fuga ou luta, o corpo às vezes se adapta para economizar energia, e economiza também o hormônio. Esse “hipocortismo” tem sido relacionado à inflamação que, por sua vez, está associada a uma série de doenças e disfunções.

O estudo, sugerem os pesquisadores, pode ser extrapolado para outras regiões com ruído — e isso tem implicações importantes para a preservação do meio ambiente e da saúde humana.

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Senado abre consulta sobre proibição de fogos de artifício com barulho

Por Francione Pruch domingo, 07 jan 2018 19:51 PM

Fogos de artifício / Foto: EBC

Fonte (original): http://www.rbj.com.br/geral/senado-abre-consulta-sobre-proibicao-de-fogos-de-artificio-com-barulho-2751.html

Os fogos de artifícios fazem parte do cotidiano do brasileiro, seja para celebrar uma festa, vitória do time, alguma data em especial ou principalmente a passagem de ano. A utilização desse produto sempre gera polêmica, em especial pelo estrondo produzido.

Muitas pessoas são contra porque têm crianças, outros pelo transtorno causado aos cachorros. Mas está em debate no Senado Federal a proposta que visa proibir fogos de artifício com ruídos (rojões, morteiros, bombas, etc).

A proposta está em consulta pública através do site do Senado Federal. O tema foi apresentado pelo Senador Rogério Nagai, do estado de São Paulo.  “Inúmeros problemas são ocasionados como: amputamento de dedos, stress nas crianças autistas, incômodo nas pessoas em leitos de hospitais, mortes, etc. Nos animais causam: desnorteamento, surdez, ataque cardíaco indo a óbito (principalmente aves), atropelamento em razão de fuga, etc”. Argumenta o parlamentar no projeto.

Para que o senado comece a debater a proposta, a votação deve atingir no mínimo 20 mil votos. Até a noite deste domingo (07), o projeto recebeu mais de 49 mil apoiadores.

Para participar da votação, a pessoa precisa fazer cadastro no site ou se conectar com a conta particular do Faccebook ou Google.

Clique para participar da votação.

Proibição da venda de fogos barulhentos

Outra proposta que circula em Brasília é de autoria do Senador Vinicius Correia, de Alagoas. A medida visa à proibição da venda de fogos de artifício barulhentos e rojões em todo território nacional.

A população também pode votar. Até o momento mais de 5.900 pessoas apoiam a ideia.

Clique para participar da votação.

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Senado abre consulta sobre lei para proibir fogos de artifício com barulho

2 de janeiro de 2018

Fonte (original): http://www.vetanimal.com.br/senado-abre-consulta-sobre-lei-para-proibir-fogos-de-artificio-com-barulho/

Pelo menos duas prefeituras mineiras já comunicaram formalmente uma mudança na festa de réveillon da cidade para atender à causa animal: uma cancelou a queima de fogos e outra optou por artefatos que não fazem barulho. Na mesma linha, o site do Senado abriu consulta pública sobre a necessidade de uma legislação que estabeleça a restrição a nível nacional, também em defesa dos animais. Além da sugestão popular, um projeto de lei neste sentido tramita na Câmara dos Deputados.

Em Alfenas, no Sul de Minas, a prefeitura anunciou o cancelamento dos tradicionais fogos da virada na Praça Getúlio Vargas para atender a pedidos de protetores dos animais. O prefeito Luiz Antônio da Silva (PT) disse ter evoluído para essa percepção e, por isso, desistiu de gastar os R$ 50 mil que havia programado em licitação feita para a compra dos artefatos. “Sou a favor a que se faça sem ruídos, só não vou fazer assim porque não vai dar mais tempo. Hoje, com as tecnologias, você pode ter desenhos no céu, antes era só o barulho, mas a evolução trouxe outras belezas que substituem o barulho”, disse.

Já a prefeitura de Poços de Caldas, também no Sul de Minas, anunciou que um réveillon com fogos de artifício silenciosos. “O show pirotécnico promovido pela Secretaria Municipal de Turismo segue lei que determina que todos os eventos realizados pela Prefeitura utilizem somente fogos sem barulho”, informou a prefeitura. De acordo com o Executivo municipal, o objetivo é evitar danos aos animais, sensíveis aos ruídos. “Os danos por conta do barulho atingem tanto animais domésticos quanto os silvestres, a começar pelos pássaros.”

Shows pirotécnicos diferentes

A cidade de Campos do Jordão, no interior de São Paulo, também teve este ano pela primeira vez um show pirotécnico silencioso em respeito a crianças e aos animais. Ubatuba, no litoral paulista, também aprovou lei que proíbe os fogos barulhentos. O decreto regulamentando a restrição foi publicado pela prefeitura em dezembro de 2017. Também em Sorocaba (SP), foi sancionada no dia 20 a lei que proíbe os fogos com até 65 decibéis em áreas públicas. Na Itália, a pequena cidade de Collecchio, já adota há alguns anos a tradição de só permitir os fogos que não façam barulho.

Fogos silenciosos

Pela proposta em tramitação no Senado, fica proibido em todo o território nacional o uso de fogos de artifício que causem poluição sonora. O texto prevê punição com multa e detenção para quem descumprir a regra. Na justificativa, o deputado Ricardo Izar (PP/SP) alega que a queima de fogos “causa traumas irreversíveis aos animais, especialmente aqueles dotados de sensibilidade auditiva”. O parlamentar fala em dezenas de mortes de cães por enforcamentos ou fugas desesperadas. “Os gatos sofrem severas alterações cardíacas com as explosões e os pássaros têm a saúde muito afetada”, diz.

O projeto levou bomba no parecer do deputado Valdir Colatto (PMDB/SC), que pregou o equilíbrio entre o interesse da população na demanda por entretenimento e as consequências desses atos. “No caso em questão, são muitas as alternativas de proteção aos animais, para serem menos atingidos pelos decibéis emitidos pela queima dos fogos, e que dispensam a medida radical de proibição de seu uso nos eventos comemorativos”, registrou ao vetar o texto.

Contra este parecer, o deputado Marcelo Álvaro Antônio (PR/MG) apresentou um voto em separado pela aprovação do projeto, chamando a atenção para um outro público que seria beneficiado: os autistas. “Eles têm dificuldade em regular a informação sensorial que recebem diariamente. Essa população é bem maior do que se imagina. Estima-se que o Brasil, com seus 200 milhões de habitantes, possua cerca de 2 milhões de autistas”, disse. Para ele, essa realidade deve ser considerada “conjuntamente com os distúrbios causados aos animais e os acidentes provocados pela queima de fogos, para que sejamos sensíveis a esta necessária evolução em nossa legislação”.

Consulta popular

No site do Senado, a ideia legislativa de proibição de fogos com ruídos alcançou a quantidade de votos necessária – 20 mil – para ser encaminhada às comissões para o debate dos senadores. Na proposta, o autor Rogério Nagai, de São Paulo, fala em proibir fogos com ruídos, como rojões, morteiros e bombas, alegando inúmeros problemas ocasionados para pessoas, “como amputação de dedos, stress nas crianças autistas, incômodos nas pessoas em leitos de hospitais, mortes”, e para os animais: “desnorteamento, surdez, ataque cardíaco indo a óbito (principalmente aves) e atropelamento em razão de fuga”.

Na Câmara Municipal de Belo Horizonte, o vereador Oswaldo Lopes também apresentou projeto de lei proibindo os fogos de artifício com barulho, mas o texto não teve sucesso na tramitação. Em um site de petições on-line, um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo conseguiu mais de 40 mil apoiamentos.

Fonte: Diário de Pernambuco

Ver: https://www.anda.jor.br/2018/01/fogos-deixam-animais-feridos-e-mortos-durante-festas-de-fim-de-ano/

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Congresso pode proibir fogos de artifício com barulho no Brasil

02/01/2018 16h33 – Por Marcelo Gouveia – Edição 2216

Com mais de 32 mil apoios, texto da ideia legislativa enumera vários problemas e situações causadas pelo uso dos artefatos pirotécnicos

Fonte (original): https://www.jornalopcao.com.br/ultimas-noticias/congresso-pode-proibir-fogos-de-artificio-com-barulho-no-brasil-113969/

Em meio a notícias de mortes de animais causadas pelo barulho de fogos de artificio neste fim de ano, proposta no site do Senado Federal discute a proibição de artefatos pirotécnicos com ruídos, como rojões, morteiros e bombas.

O texto da ideia legislativa enumera vários problemas e situações causadas pelo uso dos fogos, como o  amputamento de dedos, estresse em crianças autistas, incômodo nas pessoas em leitos de hospitais, mortes, além de problemas relacionados à causa animal.

Cidades brasileiras já têm adotado a proibição. Lei municipal de Santos (SP), por exemplo, permite o uso apenas de fogos de artifício que produzam efeitos, mas sem qualquer ruído.

A ideia legislativa já conta com mais de 32 mil apoios e se tornará uma Sugestão Legislativa, sendo alvo de debate pelos senadores.

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Campos do Jordão terá, pela primeira vez, festa da virada com fogos silenciosos: que sirva de exemplo!

Por Revista Pazes dezembro 30, 2017

Fonte (original): http://www.revistapazes.com/fogos-silenciosos/

Temos a alegria de aqui publicar uma nota da prefeitura de Campos do Jordão sobre o show pirotécnico que ocorrerá na cidade na virada de 2017. O show pirotécnico, por força de uma lei municipal, será silencioso…

Que essa iniciativa inspire outros municípios a agirem do mesmo modo, afinal, nem toda a gente gosta desses estouros e, acima de tudo, o barulho prejudica grandemente a audição dos animais.

A lei prevê severa multa a quem descumprir o regra do silêncio. Confira:

“É úma Campos do Jordão terá pela primeira vez festa da virada com fogos silenciosos

A festa da virada, em Campos do Jordão, neste ano tem um ingrediente a mais: o Show Pirotécnico, que deverá durar de 10 a 12 minutos será silencioso.

A novidade atende à Lei Municipal sancionada neste ano, que proíbe a queima de fogos com estampidos na cidade. A medida vale também para particulares. O não cumprimento da Lei acarretará multa que varia de R$ 952,66 para pessoas físicas, até R$ 2.256,30 para empresas.

O objetivo da Lei é respeitar crianças, idosos e evitar danos aos animais, sensíveis aos ruídos causados pelos fogos de artifício tradicionais. Os danos por conta do barulho atingem tanto animais domésticos quanto os silvestres. Os pássaros, por exemplo, estão entre os mais prejudicados.

Os shows e a queima de fogos acontecem na Praça do Capivari. Às 18 horas, sobe ao palco o DJ Mateo. Às 22h será a vez da Banda Tardis, com sucessos de Pop- Rock e MPB. A meia noite haverá contagem regressiva e o show pirotécnico, com um espetáculo de luzes, música e cores. A Banda Tardis volta ao palco e continua sua apresentação até as 2 horas da manhã. O evento é gratuito.

A demanda por fogos de artifício sem som têm aumentado em todo o país e é uma tendência que deve ser seguida por outras Prefeituras. Na região, Campos do Jordão é a primeira a implantar os fogos silenciosos.

A promoção do evento é uma parceria entre a Prefeitura e empresários locais e está sendo organizada pelo Campos do Jordão Convention Bureau. A estrutura da festa prevê seguranças e a instalação de banheiros químicos no entorno da praça São Benedito, no Capivari.”

Parabéns à administração municipal de Campos do Jordão por essa bela iniciativa!!

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Mauricio de Sousa suspende queima de fogos para não assustar animais

REDAÇÃO – O ESTADO DE S.PAULO

30/12/2017, 13:29

O artista anunciou que não fará tradicional show em sua chácara

O cachorro Bidu, inspirado em um cão da raça Schnauzer, foi o primeiro personagem de Mauricio de Souza  

O cachorro Bidu, inspirado em um cão da raça Schnauzer, foi o primeiro personagem de Mauricio de Souza   Foto: TIAGO QUEIROZ/AE

Fonte (original): http://emais.estadao.com.br/noticias/comportamento,mauricio-de-sousa-suspende-queima-de-fogos-para-nao-assustar-animais,70002134473

Parece que Bidu, Floquinho e todos os animais que estiverem perto de Mauricio de Sousa terão um ano-novo mais tranquilo neste domingo, 31.

Isso porque o artista decidiu cancelar a queima de fogos de artíficio que costumava fazer em sua chácara na cidade de Caçapava, interior de São Paulo, em respeito aos animais.

O artista publicou uma mensagem no Instagram para informar os vizinhos e amigos que o show não ocorrerá. “Volto com os fogos quando forem fabricados sem os estrondos”, escreveu.

Mauricio recebeu muitos elogios pela iniciativa. Ele citou não apenas os animais domésticos que sofrem com o barulho das explosões, mas também os silvestres.

Confira a publicação:
mauricioaraujosousa

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Aos meus vizinhos e amigos de Caçapava acostumados com a queima de fogos de artifício que realizei nos últimos anos no céu da minha chácara no bairro da Boa Vista (Tataúba): comunico que suspendi essa apresentação em respeito aos animais domésticos e silvestres que são muito maltratados com essa prática. O som das explosões é muito violento para suas audições. Volto com os fogos quando forem fabricados sem os estrondos.

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