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Fogos de artifício estão cada vez mais silenciosos

Boa notícia para o seu cachorro: a pirotecnia sem barulho é o novo rojão

iStock | franckreporter
6 de dezembro de 2018

Puxe na memória a última vez que você, viu fogos de artifício. É bem capaz que, no meio de daquela barulhenta apresentação, você tenha presenciado um tipo diferente de artefato: um que sobe, às vezes até se divide, mas no fim desaparece sem fazer uma explosão. Esses são os fogos silenciosos. Agora, se você não consegue lembrar deles, tudo bem. Ao que tudo indica, eles vão se tornar cada vez mais comuns – e, consequentemente, o seu reveillon menos explosivo.

A fábrica inglesa Fantastic Fireworks já produz os fogos silenciosos há 30 anos. A novidade para eles não é o silêncio, mas os competidores. “Durante a última década, temos tido mais concorrência”, afirmou Rino Sampieri, gerente de exibições da empresa ao New York Times. Cada vez mais, pequenos produtores estão se dedicando mais à versão menos barulhenta dos artefatos. Na prática, com o aumento da produção, fica mais fácil (e mais barato) utilizá-los nas mais diferentes ocasiões. Os gringos estão começando a brincar com isso em casamentos e apresentações, por exemplo. O vídeo abaixo dá uma ideia disso tudo:

A explicação é química e física. Alguns elementos, quando entram em contato com o calor, emitem chamas de diferentes cores. Quando as moléculas de um determinado elemento são agitadas, elas ganham energia, que acaba liberada na forma de luz.

É justo falar que eles não são mudos. Rola um som, só que é bem menor do que os comuns. É mais um “Pá”, enquanto os tradicionais fazem um estrondo bombástico. Já é o suficiente para amenizar alguns problemas. Pessoas áudio-sensitivas, bebês, e animais de estitimação costumam sofrer com as comemorações que envolvem fogos, e a versão silenciosa vêm sido utilizada como alternativa. A cidade italiana Collecchio, por exemplo, estipulou uma lei: se você quiser soltar fogos por lá, vai ter que ser a versão silenciosa.

Claro que não há qualquer previsão para extinguir os fogos de artificio tradicionais, mas, pode se tornar mais frequente a impressão de que você está vendo uma queima de fogos no mute.

Fonte (original): Revista Superinteressante
6 de dezembro de 2018
Imagem: iStock | franckreporter (/)

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Exposição ao ruído pode influenciar na sua gordura abdominal

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O silêncio é um direito em qualquer hora do dia

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OMS divulga relatório sobre poluição sonora

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nesta quarta-feira (10/10) um relatório sobre poluição sonora dizendo que a poluição sonora pode causar até problemas no coração. O levantamento fala da situação da Europa mas é um alerta pra todo mundo.

Poluição sonora afeta 1/3 dos europeus

Barulho excessivo provoca problemas cardíacos e muda comportamento social.

Fonte: Bom dia Brasil (https://globoplay.globo.com/v/7080551/)
Data: 11/10/2018

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O dono do animal é responsável pelo barulho produzido por ele

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Excesso de ruído na gestação

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‘Nova boemia’ na Vila faz crescer queixa de barulho

Matéria publicada no Jornal O Estado de S.Paulo, no último sábado, dia 04/08, mostra que “no primeiro trimestre deste ano, as reclamações sobre barulho feitas à Prefeitura na área da Regional de Pinheiros, onde está a Vila, aumentaram quase 20% na comparação com o mesmo período do ano passado”.

Leia a matéria na íntegra.

‘Nova boemia’ na Vila faz crescer queixa de barulho

Cerveja barata, carro-chefe de novos estabelecimentos no bairro, muda público frequentador e provoca atritos com moradores e antigos comerciantes

Uma nova safra de bares voltou a inflamar os ânimos de moradores e comerciantes da Vila Madalena, famoso centro boêmio da zona oeste de São Paulo. No primeiro trimestre deste ano, as reclamações sobre barulho feitas à Prefeitura na área da Regional de Pinheiros, onde está a Vila, aumentaram quase 20% na comparação com o mesmo período do ano passado, passando de 164 para 195.

SÃO PAULO 20/07/32018 CIDADE BARES VILA MADALENA

‘Litrão de 10’ e público na rua incomodam vizinhança Foto: ALEX SILVA/ESTADAO

Tendo como carro-chefe o litro de cerveja vendido a R$ 10 – o chamado “litrão de 10” –, esses bares têm atraído um novo público, de jovens recém-saídos da adolescência, e passaram a ser alvo das reclamações de poluição sonora. “Necessitamos do apoio constante do poder público para que as leis sejam cumpridas durante o ano inteiro – e não somente nos períodos de maior movimentação, como o carnaval”, diz trecho de um manifesto que começou a circular em julho entre os moradores. As principais reclamações incluem o consumo de cerveja nas calçadas, e não mais dentro dos bares, e o som alto que sai de carros ou de alto-falantes instalados pelos próprios bares.

Moradores e comerciantes “tradicionais” se queixam da mudança de público e do perfil dos novos bares. “Os moradores eram o target principal (dos bares antigos)”, diz o consultor de vinhos Breno Raigorodsky, de 68 anos. Não há um dado oficial sobre os novos comércios. Raigorodsky estima em ao menos oito e chama uma quadra da Rua Mourato Coelho de “nova passarela do álcool”. Para o morador, após a Copa do Mundo de 2014, quando o bairro foi palco de festas, e dos carnavais, a ideia passou a ser “eternizar o ambiente de euforia o tempo todo”.

Prefeitura informou que “o Programa de Silêncio Urbano (Psiu) realiza ações de fiscalização e vistorias programadas de acordo com a demanda, em diversos pontos do distrito”. Segundo a Prefeitura, “só este ano o Psiu realizou 70 autuações e possui 1.183 multas cadastradas para o período dos últimos doze meses na região”.

Defesa. “Eu vendo cerveja barato, a gente atrai um público que é de universitários, gente jovem, que não tem tanto dinheiro para gastar nos outros bares. Mas respeito todas as regras e, depois da meia-noite, paro de servir bebidas”, diz o empresário Donizete Santos, sócio dos bares Bella Jaú, um de frente para o outro.

Moradora do Parque Peruche, região da Casa Verde, zona norte, a estagiária Fernanda Magalhães, de 21 anos, esteve naquela esquina “quatro ou cinco vezes”, trazida por uma amiga de faculdade. “Aqui a gente fica um pouco, bebe algumas garrafas de ‘litrão’ e depois vai para outro lugar, um samba, uma festa”, conta a jovem.

Presidente da Sociedade Amigos da Vila Madalena (Savima), Cássio Calazans afirma que bares e moradores da área “tradicional” da Vila Madalena têm buscado amenizar os conflitos. Cita exemplo de um bar na Aspicuelta que, depois das reclamações dos moradores, tirou as caixas de som da porta do bar e fez o tratamento acústico das estruturas. “O problema são os ambulantes, que ficam com som e ainda competem com os comerciantes que pagam impostos”, diz o morador.

Os comerciantes mais antigos, por sua vez, também fazem queixas. “Não é ‘litrão de 10’. Tem até ‘litrão de (R$) 7”, afirma o presidente da Associação de Bares do bairro, Gildo Chan. “Nos novos bares, a única coisa que conta é preço.”

Crimes

As ocorrências policiais na área também preocupam. No dia 17, pouco antes da meia-noite, um homem desconhecido deu três tiros para o alto em um bar no número 885 da Rua Mourato Coelho, segundo boletim de ocorrência registrado no 14.º DP. No dia 3, no mesmo ponto do bairro, um homem foi esfaqueado em uma briga motivada por ciúmes.

Fonte: O Estado de S.Paulo
Data: 04 Agosto 2018 | 03h00

Link para o original: O Estado de S.Paulo
Por Bruno Ribeiro

 

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Barulho é sempre barulho!

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Novos fones de ouvido prometem bloquear roncos e barulhos

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Produto custará em média 600 reais

Fala, pessoal! Tudo bem com vocês? O post de hoje é sobre um problema de barulho que afeta boa parte da população – em especial quem não consegue dormir com alguém que ronca ao seu lado.

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A empresa QuietOn lançou um fone que é capaz de bloquear os sons com frequência abaixo de 500 Hz, ou seja, até o barulho dos roncos. Os criadores do produto já trabalharam na Nokia e analisaram diversos áudios de pessoas rocando, e também de outros tipos de sons mais baixos, como barulhos ambientes. Dentro de cada aparelho, existe um sistema que anula esses barulhos.

O QuietOn conta com bateria que dura até vinte horas e vem com um estojo que funciona como um carregador de carga. Basta conectá-lo a uma entrada USB.

Os botões permitem que você escolha se deseja acionar o modo “dormir”, ou seja, não ouvir nenhum tipo de barulho. Mas você também tem como ativar o modo para escutar o que se passa ao redor.

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Essa belezura estará disponível em outubro e irá custar cerca de R$ 600,00. Valeu, pessoal!

Fonte: Veja São Paulo
Data: 30 jun 2018, 18h51 – Publicado em 26 jun 2018, 18h22

Link para o original: Veja São Paulo
Por Thiago Ramaciotti

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O Direito não socorre aos que dormem

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