Versão digital do livro “Perturbações Sonoras nas Edificações Urbanas” já está disponível

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Perturbações Sonoras nas Edificações Urbanas eBook: Waldir de Arruda Miranda Carneiro: Amazon.com.br: Loja Kindle

Agora é possível carregar o livro em seu tablet ou computador, com os benefícios da pesquisa eletrônica de conteúdo, zoom e outras tantas vantages próprias ao e-book.

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Bar de Curitiba é interditado após notificações por poluição sonora

A 23ª Vara Cível de Curitiba, atendendo pedido liminar formulado em ação civil pública ambiental pela Promotoria de Justiça de Proteção ao Meio Ambiente da capital, determinou a interdição de um bar na Cidade Industrial que estava causando poluição sonora. O estabelecimento já havia sido notificado e fechado várias vezes, sem buscar adequar-se às exigências da legislação.
Além da frequente perturbação do sossego causada pelo som em alto volume, o bar não possuía licença ambiental para atividades sonoras, nem alvará de funcionamento válido. Diante da situação, a Justiça deferiu o pedido liminar, determinando a interdição do estabelecimento até a decisão final da ação ou a regularização da atividade, comprovada junto aos órgãos fiscalizadores. Caso deixe de cumprir a decisão, o bar ficará sujeito a multa diária de R$ 500

Fonte Original http://www.bemparana.com.br/noticia/505019/bar-de-curitiba-e-interditado-apos-notificacoes-por-poluicao-sonora

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MP do Rio Grande do Sul pede providências da Prefeitura de Pelotas por barulho em rua de universidade

Barulho de bares prejudica aulas na Universidade Católica de Pelotas, no Sul do estado. Até bateria de escola de samba já tocou no local em horário de aula.Por RBS TV

O Ministério Público pediu à Prefeitura de Pelotas que encontre uma solução para o barulho nos arredores de uma universidade. Isso porque, durante o horário de aula, carros de som atrapalham os estudantes. A situação já perdura há anos.

Para conseguir prestar atenção na aula, as janelas devem ser fechadas nas salas, mas em alguns dias, nem isso ameniza a situação. “Tu não consegue dar aula, porque o tom de voz não aguenta, e tu tens que parar a aula, e às vezes até suspender”, afirma o professor Ricardo Falchi.
A rua onde fica a Universidade Católica de Pelotas é repleta de bares, que atraem jovens. Durante a noite, o local vira festa embalada por carros de som. Já ocorreram dias em que até uma bateria de escola de samba tocou durante o horário de aula.

“Tem dias que o som está muito alto, e não te mesmo como a gente se concentrar. Em épocas de provas é bem complicado”, reclama o aluno Luiz Gonzaga.

Aglomeração na rua em frente à universidade (Foto: Reprodução/RBS TV) Aglomeração na rua em frente à universidade (Foto: Reprodução/RBS TV)

Há pouco mais de uma semana, o barulho foi tamanho, que a polícia chegou a ser acionada para acabar com o barulho.
O Ministério Público deu prazo para que a Prefeitura de Pelotas elabore um projeto de restrição e proibição da venda de bebidas alcoólicas nos arredores da universidade.

A venda só poderia ser realizada em determinados horários e o consumo só poderia ocorrer dentro dos bares.
Três bares foram interditados por falta de alvará, mas dois dias depois os locais já tinham voltado a funcionar.
A prefeitura diz que analisa uma forma de resolver a situação, e que pode cancelar a liberação de alvarás de todos os bares próximos da universidade.
Fonte original 

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/mp-pede-providencias-da-prefeitura-de-pelotas-por-barulho-em-rua-de-universidade.ghtml

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JUIZ MANDA CORTAR ÁGUA E USAR SOM ALTO PARA ESTIMULAR DESOCUPAÇÃO DE ESCOLAS

01/11/2016

“Não é tortura. Era para o convencimento dos estudantes”, disse a ÉPOCA o juiz da Vara da Infância e da Juventude do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, Alex Costa de Oliveira, sobre a decisão em que autorizou o corte de água, energia e gás e o uso de instrumentos sonoros contínuos para impedir o sono dos alunos de uma escola ocupada no Distrito Federal. Segundo a decisão, de 30 de outubro, que viralizou nas redes sociais, a polícia poderia ainda impedir o acesso de terceiros, em especial parentes e conhecidos dos alunos, e de alimentos no Centro de Ensino Ave Branca de Taguatinga, bairro de Brasília.
A Polícia Militar foi acionada para fazer a desocupação.
Fonte Original 01/11/2016 http://epoca.globo.com/politica/expresso/noticia/2016/11/juiz-manda-cortar-agua-e-usar-som-alto-para-estimular-desocupacao-de-escola-no-df.html

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Não percam! Seminário online e gratuito, hoje dia 16/05/2017 às 18hs

 

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Inscrições: http://conteudo.portalacustica.info/webinar-edison

http://portalacustica.info/webinar-inovacoes-janelas-acusticas/

Conheça o nosso convidado

Débora Barretto

Edison Claro

Presidente executivo da Proacústica, vice-presidente de comunicação e eventos da AFEAL, diretor da Universidade do Som e da Atenua Som. Economista com especialização em Administração de Materiais pela FGV e pós-graduado em Acústica pela Poli-USP. Possui 30 anos de experiência em soluções acústicas para caixilhos e lidera o desenvolvimento de metodologias exclusivas que visam soluções acústicas eficazes.

Sobre o webinar

Ao longo dos próximos meses o Portal Acústica fará uma série de webinars sobre o mercado de arquitetura e engenharia acústica no Brasil. Fique por dentro dos assuntos mais atuais no momento e amplie o seu network ao dialogar com profissionais referência na área.

Conheça o nosso entrevistador

Pablo Serrano

Engenheiro Mecânico, doutorando em engenharia e meio ambiente, com foco em aeroacústica computacional pelo Institute of Sound and Vibrations Research, UK, mestre em engenharia mecânica com ênfase em aeroacústica experimental, MBA em gerenciamento de projetos, técnologo em redes de computadores, consultor independente de acústica em edificações, músico, blogueiro e fundador do Portal Acústica.

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Prefeitura ameaçou fechar o Allianz Parque por barulho em shows de Justin Bieber – ESPN.com.br

Finte (original) :http://espn.uol.com.br/noticia/695111_prefeitura-ameacou-fechar-o-allianz-parque-por-barulho-em-shows-de-justin-bieber

Justin Bieber se apresentou no Allianz, mas barulho fez prefeitura ameaçar fechar o estádio

Justin Bieber se apresentou no Allianz, mas barulho fez prefeitura ameaçar fechar o estádio

No mês passado, a Prefeitura de São Paulo ameaçou fechar o Allianz Parque por conta do barulho excessivo ocorrido nos shows do cantor Justin Bieber, no começo de abril, segundo apuração do ESPN.com.br.

A reportagem teve acesso a dois autos de intimação enviados pela Municipalidade paulista à Real Arenas Empreendimentos, que administra o estádio do Palmeiras.

Em ambos, a prefeitura exige que a WTorre “providencie a adequação acústica do ruído produzido pelo Allianz Parque, nos termos da legislação própria, bem como cessar imediato sua emissão, sob pena de aplicação de novas multas e posterior FECHAMENTO ADMINISTRATIVO, conforme determina a Lei nº 16.402, de 22 de março de 2016”.

A primeira delas foi recebida e assinada no dia 5 de abril por Eduardo Rigotto, gerente administrativo da WTorre. A segunda é do dia seguinte.

ESPN também teve acesso a uma petição da prefeitura paulista que explica o motivo do pedido de fechamento da arena palmeirense, mencionando o ruído ocorrido nos espetáculos de Bieber, que extrapolaram os limites da Lei do PSIU.

“(…) O Programa de Silêncio Urbano – PSIU, que nos dias 1 e 2 de abril autuou e multou o equipamento do Allianz Parque por espetáculos do Justin Bieber terem emitido som em volume superior ao permitido pela lei”.

Na ocasião, o Allianz Parque só não foi fechado pelos agentes fiscalizadores porque a WTorre agiu rapidamente e conseguiu tutela antecipada na Justiça.

É o que informa a petição da Prefeitura vista pela reportagem, que aponta que a Real Arenas conseguiu decisão judicial que evitou o fechamento administrativo da Arena naquela data, quando teriam os shows de Elton John e James Taylor.

ESPN.com.brprocurou a WTorre para que a empresa comentasse o assunto, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

ESPN.COM.BR

Por ruído excessivo, prefeitura quis interditas o estádio do Palmeiras

Por ruído excessivo, prefeitura quis interditas o estádio do Palmeiras

Lei do PSIU

Sancionada pelo ex-prefeito Fernando Hadadd, a nova lei, de 23 de março de 2016, é chamada de Programa de Silêncio Urbano (PSIU) da Prefeitura de São Paulo.

Segundo o site oficial da municipalidade, a lei foi feita para “combater a poluição sonora na cidade de São Paulo e tem a missão de tornar mais pacífica a convivência entre estabelecimentos e os moradores da vizinhança. O PSIU fiscaliza apenas confinados, como bares, boates, restaurantes, salões de festas, templos religiosos, indústrias e até mesmo obras”.

A partir da vigência da nova lei de zoneamento, foi estabelecido que fica proibida a emissão de ruídos, produzidos por quaisquer meios ou de quaisquer espécies, com níveis superiores aos determinados pela legislação federal, estadual ou municipal, prevalecendo a mais restritiva.

As penalidades previstas são multa de R$ 10 mil na primeira infração e intimação para cessar a irregularidade; na segunda, o valor dobra, R$ 20 mil, e é feita nova initmação; na terceira, a multa triplica, R$ 30 mil, e é feito o fechamento administrativo do estabelecimento. Em caso de descumprimento do fechamento administrativo, é instaurado inquérito policial.

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Moda na Europa, “festas silenciosas” atraem nova geração de frequentadores que respeitam seus vizinhos

Na “silent party”, a música não vem dos alto-falantes, mas é transmitida da cabine dos DJs diretamente para os fones de ouvido de quem está na pista. Uma experiência incomum, mas não menos empolgante.
Festa em Bonn mistura sucessos e música do mundo

Pouco depois da meia-noite, o DJ toca um clássico dos anos 1990. Cerca de 150 pessoas tomam conta da pista da Fabrik45, uma casa noturna de Bonn, no oeste alemão. Elas finalmente encontram coragem – ou já beberam o suficiente – para cantar e dançar. A pista toda sabe a letra de um dos clássicos dos Backstreet Boys. Mas como todos estão com fones de ouvido, tudo que se ouve são pequenas conversas, os pés batendo na pista e alguns trechos da música cantados de forma confusa.

Dois DJs discotecam em dois diferentes canais, que são transmitidos para os fones de ouvido via rádio. O sucesso dos Backstreet Boys é transmitido no canal A, onde Christof Domrove, também conhecido como DJ Drelland, executa sucessos da música pop. Na cabine ao lado, o polonês naturalizado alemão Darius Roncoszek, o DJ Darius Darek, toca sua especialidade no canal B: world music.

Ariane (20) se diverte vendo as pessos dançando diferentes músicas na pista

Na entrada da festa, Philipp Gondecki distribui fones de ouvido para os recém-chegados, que formam uma fila na porta do clube. É a primeira vez de Ariane, de 20 anos, numa “silent party” – a festa silenciosa. A estudante paga a entrada de 6 euros e ouve, junto ao grupo, a explicação de Gondecki sobre como a festa funciona:

“Com os fones de ouvido, você pode escolher entre dois canais, entre dois DJs diferentes”, conta, enquanto demonstra empurrando o pequeno interruptor na parte de trás do fone. “Quando acabar a bateria, venham até aqui, que eu troco para vocês. Aqui você controla o volume”, explica.
A primeira impressão de Ariane: “O fone é um pouco grande, preciso primeiro ajustar”. Depois de procurar um pouco, ela encontra o controle do volume. “A qualidade é boa”, diz.

Alta potência

O máximo da potência do fone de ouvido é de 80 dB – segundo a empresa fornecedora, o limite recomendado pelos médicos. Quem acha o som nos clubes muito alto se anima com a possibilidade de controlar seu próprio volume.

Halla, de 38 anos, gosta da ideia do fone de ouvido, mas sente falta de “sentir o baixo da música em seu corpo como em uma discoteca”. No entanto, já é a segunda vez que ela e o namorado, Peter, vão à festa silenciosa. “É uma festa especial e simplesmente divertida,” afirma.
Essa é a segunda vez que Navid (29) vem a uma “festa silenciosa”
Navid, de 29 anos, concorda: “É divertido quando duas pessoas ouvem diferentes canais, onde um toca uma música mais animada e o outro uma mais lenta, mas nenhuma das duas quer mudar o canal”.

Como os fones cobrem completamente as orelhas, ouve-se a música no volume máximo – muitas pessoas, no entanto, começam a cantar a mesma canção. Um olhar para os lábios de um colega de pista pode revelar uma música que se quer escutar – durante a noite, muda-se inúmeras vezes de canal.
Movimentos diferentes
“Sempre há algo que eu tenho vontade de ouvir”, diz Marie, de 28 anos e que gosta da possibilidade de escolher músicas.
A geração que está acostumada a apertar o botão do tocador MP3 até encontrar uma música que goste se sente em casa na festa. Para Darius Roncoszek, o evento é uma maneira de levar música de todo o mundo para as pessoas. A maioria vem por causa dos sucessos, mas é importante oferecer uma alternativa.

Embora ele tenha menos ouvintes em seu canal de world music, Roncoszek tenta sempre cativar e atrair o público. Na festa em Bonn, muitos cantam I Like to Move it, sucesso dos anos 1990 da banda Reel 2 Real. Roncoszek mistura o clássico com uma polca em ritmo acelerado. Ele pega o microfone e, enquanto todo mundo dança, diz: “Bem-vindos ao canal B”, grita o DJ para aqueles nele sintonizados. A resposta é imediata: aplausos.

Para muitos, as festas são locais ideais para quem quer dançar e conversar

Sem reclamações

As festas com fones de ouvido já acontecem no Reino Unido desde a década de 1990. Nos últimos anos, o conceito tornou-se cada vez mais popular ao redor do mundo, sobretudo na Europa. Na Alemanha e na Suíça, há diversos promotores que organizam festas silenciosas.

O sinal da transmissão de rádio dos fones de ouvido pode atingir 100 metros se não houver grandes obstáculos no caminho. A festa em Bonn ocorre em uma galeria de arte privada. Natascia Cuschié, que trabalha no local, não recebeu até o momento qualquer reclamação em relação ao barulho. Essas festas também são populares em locações ao ar livre, desde que não haja risco de chuva, já que o equipamento é muito sensível.
Por volta das 5h da manhã, a festa termina. Apenas algumas das 250 pessoas que passaram pela festa durante a noite ainda estão na pista. Depois de horas, eles tiram e devolvem seus fones de ouvido. A próxima festa em Bonn já está marcada para o Halloween. O tema para os canais A e B não poderia ser mais empolgante: Dia das Bruxas versus Dia dos Mortos.
Fonte original

https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/the-new-york-times/2015/06/21/baladas-silenciosas-permitem-que-voce-dance-no-seu-proprio-ritmo.amp.htm

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Após reclamações de vizinhos, Ludmilla toma atitude sobre barulho

Fonte (original): http://vejasp.abril.com.br/blog/pop/ludmilla-reforma-casa/

Por Redação VEJA São Paulo

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Não é de hoje que os vizinhos de Ludmilla reclamam das festas barulhentas organizadas pela cantora no condomínio de luxo na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro. Nesta quinta (10), a funkeira resolveu exibir em seu perfil no Instagram que a mansão está passando por uma grande reforma.

Após a conclusão da obra, Ludmilla terá uma piscina ainda maior, sauna, além de um estúdio de gravação de última geração e uma academia completa. A obra também ajudará a manter os vizinhos felizes: ela está construindo um salão de festas com isolamento acústico, para dar as festanças barulhentas sem atrapalhar ninguém. Ela mostrou a evolução do trabalho no Instagram Stories.

Em junho de 2016, uma vizinha de Ludmilla publicou no Facebook um desabafo sobre uma festa barulhenta que ocorreu na casa da cantora. Nas imagens gravadas e postadas na web, ouve-se um funk ‘proibidão’ em volume altíssimo. “Estou dentro da minha casa ouvindo a música nessa altura. Isso desde as 2h da tarde. São cinco para as 7h da noite. Se eu for mais perto da janela do meu quarto, vai piorar”, reclama a moradora. “Aí, ela vai para televisão falar de respeito. Que respeito, Ludmilla? Você respeita os seus vizinhos? Com esses palavrões todos nessas músicas? Isso não é respeito! Tem bebê pequeno, vizinhança querendo descansar”, completou a moça, mencionando .

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Vizinhos se queixam de barulho na casa de Mariana Rios

Fonte (original): https://www.noticiasaominuto.com.br/fama/384588/vizinhos-se-queixam-de-barulho-na-casa-de-mariana-rios 

POR NOTÍCIAS AO MINUTO

 

A casa de Mariana Rios parece ser bastante agitada. Segundo o colunista Leo Dias, o barulho vindo do apartamento da apresentadora tem incomodado muito os vizinhos no bairro Jardins, área nobre paulistana.

O problema é que muitas pessoas deixam a casa da morena cambaleando e fazendo aquela algazarra.

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Imagens de idosa sendo agredida por reclamar do barulho excessivo causa indignação

O vídeo mostra a idosa chegando no local com dois cãezinhos, ela avisa que o barulho vindo do local está incomodando toda a vizinhança. Mas assim que ela começou a falar começou a ser agredida verbalmente, quando uma moça gritou pedindo que alguém jogasse a mulher na piscina.

Um ato de extrema covardia e falta de respeito, assim podem ser definidas as imagens contidas em um vídeo que vem sendo compartilhado milhares de vezes na internet. Uma senhora idosa foi covardemente agredida por ter solicitado aos jovens que estavam em uma festa para abaixar o som e diminuir os ruídos. 

De acordo com o portal de notícias online R7, o caso aconteceu na Flórida nos Estados Unidos, no vídeo é possível ver a senhora chegando no local da festa, ao pedir que os “baladeiros” diminuíssem o som e a algazarra ela foi insultada, agredida e jogada dentro da piscina.

Imagens de idosa sendo agredida causa indignação

O nome da senhora que foi agredida não foi divulgado, nem o estado de saúde [VIDEO] da mesma foi informado, mas as imagens não deixam dúvidas diante as atitudes violentas e desrespeitosas com uma mulher idosa..

As imagens foram feitas por um dos participantes da festa com um smartphone e posteriormente compartilhado em um perfil do Twitter e imediatamente foi compartilhado, viralizando nas redes sociais. A agressão foi tema de várias reportagens nos principais jornais da Europa e dos Estados Unidos.

O vídeo mostra a idosa chegando no local com dois cãezinhos, ela avisa que o barulho vindo do local está incomodando toda a vizinhança. Mas assim que ela começou a falar começou a ser agredida verbalmente, quando uma moça gritou pedindo que alguém jogasse a mulher na piscina.
Foi então que um dos homens que estava na festa atendeu ao pedido da jovem e agarrou a idosa, a carregou no colo em direção a piscina. Porém ele escorregou e tomou um enorme tombo fazendo com que a senhora caísse com #Violência no chão.
No momento da queda um dos cães conseguem se soltar, enquanto o outro continua preso ao braço da senhora que continua se debatendo tentando se defender.
Todos os convidados apenas observam as agressões e nenhum deles tenta ajudar a mulher que desesperada tenta se desvencilhar do seu agressor. Muitos ainda incentivam a violência e se divertem com a cena.

O homem se levanta e não satisfeito arrasta a senhora até perto da piscina, o outro cão consegue se soltar e ela é jogada dentro da piscina. O seu agressor acaba se desequilibrando e cai dentro da água também. Algumas pessoas comemoram o desfecho da agressão.
Contudo muitos dos convidados da festa saem correndo do local e ninguém ajuda a senhora da sair da piscina. Com o compartilhamento do vídeo a polícia tomou conhecimento do caso e está investigando a participação de cada um dos “baladeiros” na agressão.
Ainda não há informações se alguém já foi detido. Assista o vídeo que mostra a agressão covarde:

https://tvuol.uol.com.br/video/idosa-e-agredida-e-jogada-em-piscina-apos-reclamar-do-barulho-em-festa-04024E183162C4916326
Fonte original: http://br.blastingnews.com/mundo/2017/05/video-de-senhora-sendo-agredida-e-jogada-na-piscina-causa-revolta-veja-aqui-001687181.html

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MORADORES DO ITAIM RECLAMAM DE BAR QUE NÃO RESPEITA A LEI DO SILÊNCIO 

http://brasil.estadao.com.br/blogs/blitz-estadao/moradores-reclamam-que-bar-na-zona-oeste-nao-respeita-a-lei-do-silencio/

SÃO PAULO – A comerciante Maria José trabalha na Rua Doutor Renato Paes de Barros, no Itaim Bibi, na zona oeste da capital paulista. Ela relata que todos os dias da semana, por volta das 20 horas, a calçada do bar The Juniper 44° – Drinks House, localizado no número 115, é tomada por frequentadores do estabelecimento. “É impossível transitar pela calçada, parece um lounge”, comparou.
Apesar de ter muitos centros comerciais e bares, o Itaim Bibi também é uma área residencial. Um morador, que preferiu não se identificar, fez um vídeo e tirou fotos do local à noite. Confira a seguir:

https://youtu.be/BSU0ymnSOLw

O morador, que preferiu não se identificar, afirmou à ‘Blitz Estadão’ que já fez duas reclamações ao Programa de Silêncio Urbano (PSIU) porque o bar não respeita a lei e fica com música alta praticamente todos os dias. Ele cita que outros estabelecimentos da região, após às 22 horas, costumam pedir para os clientes entrarem e não ficarem nas calçadas.


“O Bar The Juniper 44° tem carregado no volume da música e na bagunça descontrolada na calçada, causando desconforto à vizinhança. Para mim uma perturbação a ponto de não conseguir descansar depois do trabalho. Funciona de terça à domingo e sem o menor pudor e respeito pela lei do silêncio”, criticou.
Em nota, o bar The Juniper 44° informa que o estabelecimento está de acordo com a normativa vigente para o segmento de atuação. “Iniciamos nossas atividades às 17 horas. O atendimento externo vai até 1 hora da manhã todos os dias, em acordo com a legislação vigente. Os clientes são convidados a entrar e toda a atividade externa é encerrada”, ressalta a nota.
O estabelecimento ressalta que o salão conta com tratamento acústico o que impossibilita o vazamento de som. “Nossa música respeita a indicação de decibéis estipulada em lei. Temos consciência da necessidade de descanso e trabalhamos para colaborar com isso, além de ajudar a dar vida ao bairro e maior segurança às calçadas durante a noite.”

Procurada, a Secretaria Municipal das Prefeituras Regionais, destaca, por meio do PSIU, que o local não recebeu nenhuma autuação, mas que será inserido na programação de fiscalização. 
“Vale ressaltar que a Prefeitura Municipal anunciou um reforço de 219 fiscais das Prefeituras Regionais que ajudarão a multar bares e restaurantes que infringem a determinação do silêncio após a 1 hora, para locais sem proteção acústica. Anteriormente, apenas 13 agentes realizavam o serviço.”

Nos três primeiros meses do ano, foram aplicadas 22 multas a estabelecimentos que não tinham isolamento acústico e emitiram ruídos após a 1 hora da manhã. 
“Sobre as mesas e cadeiras na calçada, a Prefeitura Regional Pinheiros avaliará na semana que vem, para determinar as devidas ações, além da licença de funcionamento do comércio. O estabelecimento que descumprir a Lei da 1 hora está sujeito à multa de R$ 34.500. Se desobedecer novamente a lei, é lacrado na hora. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156, pelo SAC ou nas subprefeituras”, finaliza a nota.

Fonte Original Renata Okumura 09 Maio 2017 | 

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